Hospital BN: Após 5 anos, ainda faltam recursos para terminar obra

Hospital Santa Teresinha informa que mantém a continuidade da busca de recursos para a obra do novo hospital regional.

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Foto: Divulgação

Entre obras e paralisações, já se passam aproximadamente cinco anos da construção do novo Hospital Santa Teresinha (HST), em Braço do Norte.

A obra foi orçada inicialmente em R$ 7 milhões. Mas para obter os recursos necessários foi preciso readequar o projeto, e dividi-lo em partes, para que a verba pudesse vir, então, fracionada. Com isso, mais uma vez a obra foi paralisada.

Agora, o Hospital Santa Teresinha informa que mantém a continuidade da busca de recursos para a obra do novo hospital regional. Em reuniões realizadas durante todo o ano passado, com a bancada parlamentar catarinense, foi sugerida a adequação do projeto do novo hospital, para que sua construção fosse feita por módulos, facilitando assim a liberação de recursos.

De acordo com a assessoria de imprensa do HST, já foi realizada a adequação para a busca de investimentos junto ao Poder Público estadual e federal. Paralelamente a isso, a entidade mantém em funcionamento a sede do hospital, prestando atendimento 24h a toda população.

“Essa sede requer investimentos e melhorias constantes para que se possa prestar sempre um serviço de qualidade. A nova diretoria acredita ser primordial dar continuidade à obra do novo hospital, e prova disso é a luta junto a conselhos locais para que a obra seja uma das prioridades de toda a região”, explica a assessoria.

“Mas vê a atual sede como fundamental, já que é ela que recebe os pacientes de toda a região para atendimento de urgência e emergência, além, é claro, do atendimento ambulatorial prestado”, destaca a nota enviada pela assessoria.

Mudanças no projeto

As mudanças incluem a ampliação de 30 novos leitos de internação, totalizando 130; a ampliação do número de leitos de tratamento intensivo, com a incorporação de dez leitos para a unidade coronariana, totalizando 20 leitos de UTI; a ampliação de duas novas salas de cirurgia, totalizando seis e 12 leitos de recuperação pós-operatório; a ampliação do centro de diagnóstico por imagens, com a incorporação de novas tecnologias, incluindo o serviço de ressonância magnética; a implantação da Unidade de Hemodinâmica e serviços complementares em cardiologia; e a implantação do serviço de Hemodiálise.

Fonte: Diário do Sul